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Este Blog é para expor publicações periódicas que contribuam para desenvolver atividades artísticas culturais e recreativas dentro de uma postura construtiva através da Pedagogia da Animação, ampliando diversos conceitos da qualidade total nas áreas de Recreação, Folclore, Literatura e Música. Produzindo conhecimentos interdisciplinares no aprimoramento da cidadania.

terça-feira, 18 de agosto de 2015

SUPERTIÇÃO DO FOLCLORE NATIRUTS - PENSADOR

Supertição do Folclore

 

 

Cerca de 17 frases e pensamentos: Supertição do Folclore
Gerenciamento é substituir músculos por pensamentos, folclore e superstição por conhecimento, e força por cooperação.
Peter Drucker
Palmares 1999

A cultura e o folclore são meus
Mas os livros foi você quem escreveu
Quem garante que palmares se entregou
Quem garante que Zumbi você matou
Perseguidos sem direitos nem escolas
Como podiam registrar as suas glórias
Nossa memória foi contada por vocês
E é julgada verdadeira como a própria lei
Por isso temos registrados em toda história
Uma mísera parte de nossas vitórias
É por isso que não temos sopa na colher
E sim anjinhos pra dizer que o lado mal é o candomblé
A energia vem do coração
E a alma não se entrega não
A energia vem do coração
E a alma não se entrega não
A influência dos homens bons deixou a todos ver
Que omissão total ou não
Deixa os seus valores longe de você
Então despreza a flor zulu
Sonha em ser pop na zona sul
Por favor não entenda assim
Procure o seu valor ou será o seu fim
Por isso corre pelo mundo sem jamais se encontrar
Procura as vias do passado no espelho mas não vê
E apesar de ter criado o toque do agogô
Fica de fora dos cordões do carnaval de salvador
A energia vem do coração
E a alma não se entrega não
A energia vem do coração
E a alma não se entrega não
Natiruts

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

AOS JOVENS MISSIONÁRIOS - JANDIRA DE MAGALHÃES - JORNAL MUNDO JOVEM




Aos jovens missionários

Cordel

Meus amigos missionários,
Peço atenção no que agora vou falar,
É um assunto muito importante
Que não podemos duvidar,
Acreditar em Jesus Cristo,
E nossa fé testemunhar.
O meu recado primeiro,
Vai pra nossa juventude;
Jesus conta com vocês
E com suas boas atitudes;
Para o bem prevalecer
E termos vida em plenitude.
Trabalhar pelo reino de Deus
Você não precisa se preocupar,
Faça aquilo que você sabe,
E de coração aberto se dedicar,
Com amor e determinação
Na vocação que o senhor lhe mostrar.
De uma coisa meus irmãos,
Vale a pena ressaltar,
O serviço que prestamos a Deus,
Não é para o outro agradar;
Mas é para preparar nossas vidas,
E a glória de Deus conquistar.
A nossa comunidade,
Está perseverante na caminhada,
Vamos permanecer com Jesus,
Pois sem ele não somos nada,
Ele é nossa felicidade,
E a nossa paz almejada.
Para encerrar minhas palavras,
Gostaria de reforçar;
Quem quiser a salvação,
Deve a missão abraçar,
Anunciando Jesus Cristo,
Para um dia o céu alcançar.

Jandira de Magalhães Riacho de Santana, BA

domingo, 16 de agosto de 2015

NOS BRAÇOS DA NOITE, CORDEL- JOSÉ VENTURA FILHO, JOÃO PESSOA - PB

Nos braços da noite

Cordel


Acolhido pelos braços da noite
Senti-me como um pequenino,
Protegido em seu ventre suave,
Na nova nave do meu destino
Que reluz, seduz, traduz e conduz
Os bons sonhos e suas lembranças,
Curando a insônia, a sofreguidão,
O medo, a solidão, as inseguranças...
Tudo se vertendo para a coragem,
E a esperança que lá atrás cessou,
Mas agora acordou dentro de mim
Trazendo a paz, a alegria e o amor
Para afastar todo e qualquer sofrer
Que por ventura possa incomodar
Ou venha fragilizar a fé nesse viver.
Mas sei que eu não posso fraquejar.
Sei que ainda tem os rios jorrando
A mais doce água em busca do mar
Para acariciar os meus sensíveis pés,
Amigos fiéis de todo meu caminhar.
Sei que ainda há crianças contentes,
Acreditando que virá um belo futuro.
Sei que ainda há céu com as estrelas,
A Lua e o Sol clareando aquele escuro.
Sei que ainda há corações para amar;
Orações para rezar e afastar o rancor,
O ódio, a inveja ou qualquer outro mal
Que só nos causam sensações de dor.
Sei que ainda, levitando nesse sonho,
Estou agradecido por esses instantes,
Pois pensava em estar em abandono,
Porque era aquele cavaleiro errante.  
Então me acordei; mudei o pensar,
Como também o meu jeito de agir.
Foi nos braços da noite que senti
E vi que nunca devemos desistir.
José Ventura Filho João Pessoa, PB

sábado, 15 de agosto de 2015

FOLCLORE - MANOEL GUILHERME DE FREITAS

Folcloe

 

Diversos
Nossa história, tradição
de um povo,
que brota emoção,
vinda do coração.
Ele cobra respeito enquanto cidadão.
É um povo,
que se diz ser,
cidadão!
És a aura, a criação,
que lapida os corações
de uma história convincente
ou não,
já que tem que inventar
crenças.
Mitos, ilusões, crendices,
nos têm feito gente!
Logo, nunca é tarde lembrar
que elas alimentam a tradição de nossa gente!
Sucupiras, iaras, botos, lobisomens, mulas,
são imaginações existentes.
Então, como esquecê-las
se estão na cultura nordestina da gente?
Manoel Guilherme de Freitas

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

A POESIA FOLCLÓRICA - CURRAN'S CORDEL DO BRASIL


A Poesia Folclórica - Popular Do Brasil – A Literatura De Cordel

BrazilsFolkPopularPoetry
A Poesia Folclórica - Popular Do Brasil – A Literatura De Cordel
Uma Antologia Bilingüe em Inglês e Português
Esta antologia dos folhetos e romances do cordel existe principalmente para o público de fala inglês. O autor não conhece outro livro igual, isso é, em inglês e português. Introduz a literatura de cordel a este público novo em uma introdução informativa em inglês. Os poemas mesmos são em inglês e português. A antologia tem como inspiração outro livro de Curran, “Retrato do Brasil em Cordel,” pela Ateliê Editorial em São Paulo, 2011. Vê o cordel como uma epopeia popular brasileira e assim dá uma amostra de dez histórias.

Debate de um Ministro Nova-Seita com Urubú
(A Religião no Brasil)
“O Dinheiro”
(Manifestação de religião no Brasil)
A Moça que Bateu na Mãe e Virou Cachorra
(O “Exemplo” Moral)
História de Mariquinha e José de Souza Leão
(O heroico do modelo européu)
Os Martírios do Nortista Viajando para o Sul
(A seca e a migração do Nordeste)
Peleja entre Patrício e Ignácio da Catingueira
(O duelo poético)
O Encontro de Tancredo com São Pedro no Céu
(A política e história brasileiras)
O Fim da Guerra e a Morte de Hitler e Mussolini
(O mundo internacional)
Debate entre Lampião e uma Turista Americana
(A realidade social ao fim do século XX)
Viagem a São Saruê
(O sonho utópico nordestino)
Bibliografia

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quinta-feira, 13 de agosto de 2015

DIA DO FOLCLORE - CRIAÇÃO DA DATA



Dia do Folclore

 

 

Criação da data comemorativa, dia do folclore brasileiro, 22 de agosto, comemoração


Dia do Folclore: 22 de Agosto
Dia do Folclore: 22 de Agosto

Criação da data

O Congresso Nacional Brasileiro, oficializou em 1965 que todo dia 22 de agosto seria destinado à  comemoração do folclore brasileiro. Foi criado assim o Dia do Folclore Nacional. Foi uma forma de valorizar as histórias e personagens do folclore brasileiro.

Desta forma, a cultura popular ganhou mais importância no mundo cultural brasileiro e mais uma forma de ser preservada. O dia 22 de agosto é importante também, pois possibilita a passagem da cultura folclórica nacional de geração para geração.

Comemoração

O Dia 22 de agosto é marcado por várias comemorações em todo território nacional. Nas escolas e centrou culturais são realizadas atividades diversas cujo objetivo principal é passar a diante a riqueza cultural de nosso folclore. Os jovens fazem pesquisas, trabalhos e apresentações, destacando os contos folclóricos e seus principais personagens. É o momento de contarmos e ouvirmos as histórias do Saci-Pererê, Mula-sem-cabeça, Curupira, Boto, Boitatá, etc.

Nesta data, também são valorizadas e praticadas as danças, brincadeiras e festas folclóricas.

quarta-feira, 12 de agosto de 2015

TAMBÉM JÁ FUI BRASILEIRO - CARLOS DRUMONND DE ANDRADE




Eu também já fui brasileiro
moreno como vocês.
Ponteei viola, guiei forde
e aprendi na mesa dos bares
que o nacionalismo é uma virtude.
Mas há uma hora em que os bares se fecham
e todas as virtudes se negam.

Eu também já fui poeta.
Bastava olhar para mulher,
pensava logo nas estrelas
e outros substantivos celestes.
Mas eram tantas, o céu tamanho,
minha poesia perturbou-se.

Eu também já tive meu ritmo.
Fazia isso, dizia aquilo.
E meus amigos me queriam,
meus inimigos me odiavam.
Eu irônico deslizava
satisfeito de ter meu ritmo.
Mas acabei confundindo tudo.
Hoje não deslizo mais não,
não sou irônico mais não,
não tenho ritmo mais não. Carlos Drummond de Andrade